Os católicos não podem votar em qualquer um!

sábado, setembro 22, 2018

Segue abaixo o nome dos principais candidatos à presidência da República e seus posicionamentos em relação ao aborto.

Os católicos não podem votar em candidatos que sejam a favor do aborto.

CANDIDATOS A PRESIDENTE DO BRASIL

Jair Bolsonaro (partido PSL)
contra o aborto

Álvaro Dias (partido PODEMOS)
contra o aborto

Geraldo Alckmin (partido PSDB)
contra o aborto

LULA (partido PT)
“A mulher tem que ter liberdade sobre o seu corpo”
a favor do aborto

Guilherme Boulos (partido Psol)
a favor do aborto

Manuela D’Avila (partido PC do B)
a favor do aborto

Ciro Gomes (partido PDT)
não se define. Diz que quem tem que decidir é a mulher. Diz ser contra a “moral católica”.

Marina Silva (partido REDE)
Apesar de evangélica, defende que o aborto e a liberação da maconha devem ser decididos por um plebiscito nacional (consulta/votação do povo). O que o povo decidir, está decidido.

João Amoedo (partido NOVO)
resposta duvidosa. Diz que cada Estado do Brasil deve decidir se será favorável ao aborto ou não.

Henrique Meirelles (partido MDB)
resposta duvidosa. Diz que é contra o aborto dentro do casamento ou do namoro, mas é favorável em caso de “gravidez na adolescência”.

(fonte do texto acima: https://www.em.com.br/app/noticia/politica/2018/08/06/interna_politica,978338/o-que-pensam-os-presidenciaveis-sobre-o-aborto.shtml)

PARTIDOS QUE DEFENDEM O ABORTO

Uma série de partidos se expressa claramente a favor da legalização do aborto no Brasil. Entre eles estão o Partido dos Trabalhadores (PT) Partido Verde (PV), o Partido Comunista do Brasil (PCdoB), o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), o Partido Popular Socialista (PPS), o Partido da Causa Operária (PCO), o Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU), o Partido Comunista Brasileiro (PCB).

O Movimento Democrático Brasileiro (MDB), por sua vez, é menos explícito. Embora em seu programa partidário o partido destaque o fato de ser “intransigentemente a favor da vida” – sem referir-se explicitamente ao aborto –, o núcleo do partido que atua em favor dos direitos das mulheres, o MDB Mulher, definiu o aborto como uma questão de saúde pública, durante o primeiro fórum realizado por eles, em 2008. Na ocasião, o indiciamento de quase 10 mil mulheres no Mato Grosso do Sul foi debatido pelas participantes e de lá saiu um documento que afirmava que o caso não deveria “ser tratado pela polícia e pelo Judiciário e, sim, como uma grave questão de saúde pública e de promoção de justiça social”.

PARTIDOS CONTRA O ABORTO E A FAVOR DA VIDA

O Partido Social Cristão (PSC) é um dos mais engajados em ações contra a legalização do aborto no país. No site do partido há um tópico específico para o assunto, mostrando a importância que a legenda dá ao tema. Já no primeiro parágrafo de seu posicionamento se lê: “Alicerçado em princípios cristãos, o PSC entende que a vida se inicia já na concepção. Assim como nós, pensam também os legisladores brasileiros, que se preocuparam em assegurar no Código Civil os direitos do nascituro (ser concebido, mas ainda não nascido). A vida é, portanto, direito primordial e fundamental de todo ser humano”.

O Partido Humanista da Solidariedade (PHS) também se opõe à legalização do aborto. Segundo a sua Doutrina Partidária, eles se colocam “abertamente em posição de apoio às gestantes, tendo profunda preocupação com a questão do aborto, e a primeira infância”. O relator do Estatuto do Nascituro e do Estatuto da Família, Diego Garcia, é filiado ao partido.

O Partido Republicano Brasileiro (PRB), o Patriota (PATRI) e o Partido Republicano da Ordem Social (PROS) também são contrários à legalização. Uma matéria publicada no site do PRB mostra que em 2016 o PRB sugeriu a inclusão de dispositivos do Pacto de San José da Costa Rica, assinado pelo Brasil, no texto da MP 696/2015 para combater a tentativa de legalizar o aborto. O pedido foi acatado na ocasião, pela Câmara dos Deputados.

Já no estatuto do Patriota (ex-PEN), atualizado em agosto de 2017 e que está disponível no site, a legenda coloca no artigo 3º do documento, a exigência de que todos os seus filiados tenham o compromisso de defender alguns pontos importantes, sob pena de declaração de infidelidade partidária, com todas as consequências. Entre eles está a “proteção à vida e combate à legalização do aborto”. As alterações no documento foram feitas com o intuito de atrair o eleitorado do pré-candidato Jair Bolsonaro para o partido – mas Bolsonaro acabou indo para o Partido Social Liberal (PSL).

Deputados filiados ao PROS costumam estar envolvidos em manifestações em defesa da vida do nascituro e mesmo expressando sua opinião contra a legalização do ato, em seus discursos. É o caso do deputado Ronaldo Fonseca, em uma homenagem aos 10 anos do Movimento Brasil sem Aborto, e do deputado Eros Biondini, ativo na militância pró-vida no Congresso.

O Partido da Mulher Brasileira (PMB) também é contrário à legalização do aborto, mas se expressa claramente sobre a manutenção dos casos atualmente previstos em lei. Segundo a presidente da sigla, Suêd Haidar, em entrevista à revista Exame, em 2015, o partido não pode “afirmar que a mulher deva matar uma vida, matar seu próprio filho e se expor a sua própria morte. Defendemos um planejamento diferenciado dos gestores públicos e do governo, onde todos devem discutir essa questão do aborto que ainda é complexa para todos. Defendemos a educação sexual, a orientação para as famílias e a difusão dos métodos contraceptivos nas camadas mais baixas da população, para evitar que a mulher precise chegar a um ato tão violento quanto o aborto. Em casos em que já tenha sido identificada alguma deficiência que não seja possível mantê-lo (o feto) vivo, aí sim deve haver o aborto”.

OUTRAS POSTURAS

João Amoêdo, fundador do Partido Novo (NOVO) e agora pré-candidato pela legenda à presidência da República, explicou que o posicionamento da sigla é que temas como o aborto devem ser deixados a cargo dos estados. “O que a gente acha em algumas questões, como aborto, é que essa questão fosse levada para os estados, para que cada um pudesse ter a sua pauta e se aquilo for algo muito relevante para uma pessoa, que ela esteja incomodada, que ela tenha a opção de mudar de estado e você não obrigaria toda uma população ou determinada minoria a seguir a determinação da maioria”, disse ao HuffPost Brasil.

Os demais partidos não se expressam claramente sobre o tema. São eles: Democratas (DEM), Avante (ex-PTdoB), Partido Democrático Trabalhista (PDT), Podemos (PODE, ex-PTN), Partido da Mobilização Nacional (PMN), Partido Progressista (PP), Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), Partido da República (PR), Partido Pátria Livre (PPL), Partido Social Democrata Cristão (PSDC), Partido Social Democrático (PSD), Partido Republicano Progressista (PRP), Partido Social Liberal (PSL), Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB), Partido Trabalhista Cristão (PTC), Solidariedade (SD), Partido Socialista Brasileiro (PSB) e Partido da República (PR).

(Fonte do texto: Sempre Família via Conexão politica – Visto em: blog.comshalom.org/carmadelio)

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